Evitar a quebra da cadeia do frio é um imperativo estratégico: previne o desperdício financeiro, evita multas sanitárias e protege a reputação de sua marca.
Aqui estão algumas diretrizes para garantir a comercialização dos perecíveis:
Logística e Recebimento
A falha mais comum ocorre no descarregamento. Adote a regra de prioridade máxima: congelados e resfriados nunca devem esperar. A carga deve ser avaliada e sair do caminhão diretamente para a câmara fria correspondente ao tipo de produto. No ato do recebimento, use termômetros de infravermelho ou tipo espeto para validar se o fornecedor cumpriu os limites térmicos.
Manutenção de Equipamentos
No calor tropical, motores operam no limite. A manutenção preventiva de filtros, evaporadores e gás refrigerante é obrigatória para assegurar que os sistemas de refrigeração mantenham as temperaturas regulamentares. Não confie apenas no painel do visor; monitore a temperatura dos próprios alimentos diariamente.
O Papel do Cliente na Cadeia do Frio
O esforço da loja se perde se o cliente circular 50 minutos com um iogurte no carrinho. Eduque seu público para a “Compra Inteligente”:
- Secos e Limpeza: Primeiro.
- Hortifrúti: Segundo.
- Resfriados e Congelados: Devem ser os últimos itens antes do caixa.
Dica de Ouro no PDV
Oriente os empacotadores e clientes a agruparem itens frios na mesma sacola. Esse “efeito geladeira” ajuda a manter a temperatura durante o trajeto até a casa do cliente.
Conclusão: O controle térmico é a única barreira entre um produto de qualidade e um risco biológico. Negligenciar a temperatura é queimar lucro e colocar a saúde pública em risco.
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